27 de outubro de 2016

TSF: Bairro da Boavista, em Lisboa, faz 75 anos

SOCIEDADE

Bairro da Boavista, em Lisboa, faz 75 anos

Vai renascer como um bairro ecológico, parte do velhinho Bairro da Boavista, em Lisboa. Ele foi o primeiro bairro municipal da Europa.
Inauguração do Bairro da Boavista em 25 de outubro de 1941

26 de outubro de 2016

Site da CM—Lisboa: O Bairro da Boa Vista"- 75 anos em imagens



O Bairro da Boa Vista"- 75 anos em imagens

25, outubro 2016
O Bairro da Boavista está de parabéns. Um dos mais antigos bairros sociais da cidade faz 75 anos e para o comemorar foi inaugurada hoje, dia 25 de outubro uma exposição que conta a história daquela zona da cidade.Em ano de aniversário, o presente não podia faltar. O presidente da CML lembrou a construção de mais de 300 novos fogos previstos para o bairro como " o maior investimento em habitação pública realizado em Lisboa nas últimas décadas" .
Com um investimento previsto de cerca de 25 milhões de euros, a construção dos 310 novos fogos é a concretização de um desejo antigo dos habitantes do bairro.
Segundo Fernando Medina, as primeiras 50 habitações de nova geração, casas energeticamente eficientes, estarão concluídas dentro dos próximos 12 meses.
Para o presidente da CML, o projeto que está a nascer no Bairro da Boavista é muito mais que um bairro social, é, nas palavras do autarca " um novo modelo de habitação municipal que qualquer família ambiciona, é acima de tudo um nova forma de habitação que pode ser usada em toda a cidade".
Em dia de aniversário, Medina confessou ter conhecido melhor o bairro, assim como " a força das suas gentes" e falando do futuro garantiu que a CML tudo fará para "que possam contar com os amigos que têm e que ajudaram tornar possível a concretização este sonho", numa referência especial ao papel da presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Helena Roseta, e da Vereadora da Habitação da CML, Paula Marques, também presentes na cerimónia.
Helena Roseta, deixou também um desejo especial "que o Bairro da Boavista seja considerado um bairro histórico, e assim conste em todos os guias da cidade. 
Uma festa de aniversário não ficaria completa sem bolo de aniversário  e nem os tradicionais parabéns  que o Presidente da CML cantou integrando um coro de vozes que marcaram presença.
Tempo ainda para a homenagem a diversas personalidades que marcaram a história do bairro. Helena Roseta recebeu das mãos de Fernando Medina um dos prémios da noite como reconhecimento do trabalho realizado em prol da Boavista.
" O Bairro da Boa Vista"
Momentos antes, Presidente da CML acompanhado por vários membros do executivo municipal, pela Presidente da AML e por dezenas de moradores começou por visitar a exposição " O Bairro da Boa Vista",que conta em trinta e três fotografias a história deste bairro Municipal, ouvindo atentamente as explicações de Gilda Caldeira, presidente da Associação de Moradores  r uma das vozes do Bairro da Boavista.
Passados 75 anos após a entrega das primeiras chaves aos habitantes deste bairro, a exposição hoje inaugurada recorda através das imagens a passagem do tempo por este bairro lisboeta.
As profundas transformações, sobretudo devido às diversas fases de construção de habitações de alvenaria entre os anos 40 e 70, estão aqui expostas, bem como o futuro próximo do bairro alfacinha.
A mostra resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia de Benfica, Associação Recreativa de Moradores e Amigos do Bairro da Boavista e Agência Lusa.
Pode ser visitada até ao final de novembro entre as 10h00 e as 20h00 no Complexo Desportivo do bairro da Boavista.

A história do bairro
O Estado português criou, em 1938, o denominado Programa de Casas Desmontáveis.
Era uma nova modalidade que com rapidez permitia fazer face às necessidades de realojamento após a eliminação das zonas de barracas que foram criadas ao longo da cidade.
O atual território do Bairro da Boavista, em Benfica, era um enorme descampado caracterizado pela vista deslumbrante. Do alto desse descampado avistavam-se o Rio Tejo e a Serra de Sintra e nasce um novo bairro, inaugurado em 1941, o da “Boa Vista”.

25 de outubro de 2016

JORNAL PÚBLICO: Plano Junker Fernando Medina — Bairro da Boavista


“É um programa de importância estratégica”

“Não podíamos ficar parados”, diz o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, em entrevista ao PÚBLICO. A candidatura ao Plano Junker foi uma das formas de contornar o facto de a cidade estar “praticamente fora dos fundos comunitários”.
Que importância tem este financiamento para Lisboa?
É um programa de importância estratégica do ponto de vista do desenvolvimento futuro da cidade. Porque vai permitir que disponhamos dos meios financeiros, em condições muito vantajosas, para executar ao longo dos próximos anos uma visão de futuro sobre a cidade em quatro domínios: os domínios da competitividade e do emprego, da qualidade de vida e do combate às alterações climáticas, da inclusão social e da abertura e do cosmopolitismo da cidade.
Dê-me exemplos de investimentos que vão ser financiados.
Uma das características positivas do programa é que há flexibilidade dentro das grandes áreas. Isto é um acordo-quadro, que há-de dar origem a várias tranches e a várias aplicações do acordo. Na área da qualidade de vida, há o Plano de Drenagem, com o apoio ao financiamento dos túneis, cujos concursos avançarão no início do próximo ano. Também pode ter a ver com o financiamento da modernização de transportes públicos, requalificação de espaço público, como estamos a fazer, de passeios, de praças, tudo isso é elegível. Na área do crescimento e emprego, certamente vamos financiar as obras de recuperação, de manutenção do espaço público, numa parte do Beato, da Manutenção Militar. Na área da inclusão talvez a questão da habitação seja a mais emblemática. Aquele número que lá estava [mais de 400 novos fogos] era a habitação do Bairro da Boavista, que está agora a arrancar. Relativamente à área da cultura, temos por exemplo o Festival Todos ou iniciativas de apoio à inclusão, como o centro de acolhimento temporário de refugiados.
Este empréstimo vai ser completado com verbas próprias da câmara e há também a possibilidade de haver outras fontes de financiamento?
Sim, é exactamente isso. O que está assegurado é um quadro de 250 milhões de financiamento do BEI [Banco Europeu de Investimento] para um montante de investimento total de 523 milhões. Mínimo, pode ser mais. Serão cerca de 273 milhões de euros de receitas próprias. E depois com outras fontes, para completar.
Que outras fontes podem ser essas?
Por exemplo os fundos comunitários que Lisboa tem ao dispor. Não são muito significativos mas ainda são alguns. Podem ser verbas por exemplo do Horizonte 2020, onde já tivemos uma candidatura bem sucedida com Milão e Londres na área da mobilidade e das smart cities.
O facto de Lisboa ter sido o primeiro município da União Europeia a beneficiar deste apoio, é significativo?
É (Risos). Temos uma visão clara daquilo que queremos fazer mas há aqui uma questão que é Lisboa está praticamente fora dos fundos comunitários. Por isso temos duas vias de acesso para podermos candidatar-nos: os programas directamente de iniciativa comunitária, como são os Horizonte 2020, e o Programa Junker. Decidimos ir a ambos. Não podíamos ficar parados.

24 de outubro de 2016

Hortas Urbanas do Bairro da Boavista - Com muitos Legumes fresquinhos!



A sua beleza é notória, quem passe a pé, de carro ou de autocarro. Todos os dias são dadas horas para mantêm-las bonitas que possam colher muitos legumes frescos. 

Mas os legumes e a verduras danificadas são doados para a criação (cabras, galinhas, coelhos).






Em vésperas do Bairro comemorar o 75º Aniversario, os senhores hortelões vão oferecer as couves para o caldo verde que será oferecido à população no dia 28 de Outubro de 2016. 




Formação: Técnico de Cozinha e Pastelaria - Iniciou a parte prática com a Chef Ana Viçoso



Esta manhã, arrancou a parte prática do curso de Técnico de Cozinha e Pastelaria nas instalações da Associação Recreativa de Moradores e Amigos do Bairro da Boavista.

A formação é da responsabilidade da Junta de Freguesia de Benfica, Pelouro da Educação e pela entidade formadora,   SISEP -  Sindicato de Profissionais de Seguros de Portugal. 





A Formação conta com 22 Alunos, durará 30 meses, funciona de segunda a sexta (tendo a parte pratica no Bairro a funcionar todas as segundas e quartas feiras) das 8h15 às 14h, cada formando têm direito uma bolsa. 

Os formandos são oriundos de vários pontos da Área Metropolitana de Lisboa,  entre os quais 6 são do Bairro. A formação prática é dada pela Chef Ana Viçoso e pelo Chef Gonçalo Carvalheiro 

19 de outubro de 2016

Construção de Passagem Provisória de acesso ao Jardim de Infância nº 5 - Escola Básica Artº Gonçalo Ribeiro Telles


No passado dia 12 na Reunião Descentralizada da CML - Câmara Municipal de Lisboa, vários intervenientes incluindo a Presidente da Junta Freguesia de Benfica e a Presidente da Associação de Moradores, esta a representar a Comissão de Pais  desta escola, apelaram à ao presidente da Autarquia a rápida resposta na construção de uma passagem de acesso ao Jardim de Infância e AAAF/CAF da Escola Básica Arqº Gonçalo Ribeiro Telles (entrada está situada nas traseiras do Centro Social e Polivalente do Bairro da Boavista, na lateral da Igreja). 

Hoje fomos verificar a construção, é um piso que durará pouco tempo, estado situado numa rampa que irá ter escoamentos de águas, folhas e de lama. 

Também avizinha-se o inverno, a falta de luz neste local será notória, impossibilitando a falta de visão das pessoas mais idosas.  




Intervenção na Igreja São José contra o vandalismo



Nos últimos dias, a Igreja São José do Bairro da Boavista está ter uma intervenção que custará algumas centenas de euros, não apenas pela substituição dos vidros danificados mas também na protecção metálica para impedir outros actos. 

Como podem ver na imagem, que esta brincadeira não é de crianças, mas de alguém que têm um único objectivo, danificar o património. 

É importante que a população esteja alerta, situações idênticas devem ser denunciadas às entidades competentes. 



16 de outubro de 2016

BipZip2016 — Projecto Caravana do Saber no Bairro da Boavista


Site: http://habitacao.cm-lisboa.pt/index.htm?no=151000101498:102016

BipZip2016: Esta nova edição do Programa conta com 42 projetos em que participam 186 entidades


Site publicação do texto:
http://habitacao.cm-lisboa.pt/?no=273500,141

Esta nova edição do Programa conta com 42 projetos em que participam 186 entidades (52 promotoras e 134 parceiras) que vão promover cerca de 250 atividades em 53 territórios BIP/ZIP da cidade de Lisboa. Sinal de grande vitalidade do Programa é o facto de este ano contar com a presença de 76 novas organizações que formam hoje uma rede BIP/ZIP na cidade de mais de 528 organizações, entre Juntas de Freguesia e organizações da sociedade civil.
O montante total de apoio Municipal é de 1.606.806 € (482.041,80€ no ano de 2016 e de 1.124.764,20€ no ano de 2017). Estes projectos contam ainda com o valor de 647.423€ angariados pelas próprias parcerias, que junto ao financiamento Municipal, totaliza um valor de 2.254.229€ ao serviço das comunidades dos territórios de intervenção prioritária.

12 de outubro de 2016

Projeto de Ampliação das Instalações do Lar Casapiano



































Projeto de Ampliação das Instalações


Site do texto aqui apresentado:
http://www.acasapiana.com/copia-acs-em-visita-arrabida
Este é um projeto ambicioso e inovador desenvolvido pela atual Direção da ACS.
A ideia, ou melhor, o sonho seria o de aumentar a capacidade de ocupação da resposta social Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) da ACS. A ampliação das instalações, trará uma melhoria para a ACS no que toca à sua capacidade de resposta à população idosa necessitada de apoio. 
O desenvolvimento deste projeto apenas foi possível com a vontade e determinação que nos caracteriza, e, é parte integrante do caminho a percorrer para o alcance da Sustentabilidade da Associação Casapiana de Solidariedade.

A ideia


Descrição do Projeto


Objetivos do Projeto 
O sonho tornou-se realidade no dia 18 de Julho de 2016.
Esta data ficou marcada pelo inicio da Demolição de parte do atual edificio da ACS, para que seja possível construir uma nova ala. 
O projeto consiste na ampliação da ACS, aumentando a área edificada em cerca de 1.075 m2, decorrendo por um periodo de 12 meses.
A nova ala será edificada no edificio atual, os terraços do piso 2 serão fechados dando lugar a mais quartos, e, teremos também, uma ala de Suites com vista priveligiada - este é um conceito diferente e inovador, que possibilitará aos seus utilizadores adaptar o espaço consoante as suas necessidades. 
É também parte integrante deste projeto a remodelação e o melhoramento de alguns serviços já existentes:
1) Enfermaria - Ampliando o seu espaço e consequentemente, o número de camas disponíveis. Pretende-se adequar e modernizar este espaço, de acordo com as necessidades inerentes a um espaço dedicado a pessoas em condição mais fragilizada;
2) Cozinha - Remodelação por forma a dar resposta ao aumento de residentes e utentes que diariamente irão usufruir destes serviços;
3) Lavandaria - Remodelação por forma a dar resposta ao aumento de residentes e utentes que diariamente irão usufruir destes serviços.
4) Acessos de Serviços - Remodelação e alguns melhoramentos;
5) Elevadores - Construção de um novo elevador (serventia alocada ao piso 2 e saída de emergência), e, Extensão do elevador de serviço até ao piso 2. Está previsto também a remodelação dos monta-pratos da cozinha (copa).
Atualmente temos capacidade, na resposta social ERPI, para 60 residentes repartidos por 32 quartos. Após ampliação, teremos disponiveis 52 quartos resultando no apoio direto a 101 residentes. Em 2017, aumentamos a nossa capacidade de alojamento em cerca de 75 %.
Justificação do Projeto


Este projeto foi pensado e desenhado após a identificação de uma necessidade existente do nosso público-alvo e da própria sociedade - Inexistência de Vagas em respostas sociais ERPI. Cada vez mais, a sociedade e o terceiro setor, necessitam de um maior número de soluções que contribuam para solucionar esta necessidade.
Com o projeto de ampliação das instalações da ACS será possível aumentar o número de quartos disponíveis, e por conseguinte, o número de pessoas idosas a que será possível dar apoio, dando resposta às reais necessidades desta população nesta fase tão importante da sua vida. 
Adicionalmente, este projeto permitirá também potenciar os equipamentos existentes, aumentando a produtividade, eficiência e eficácia da ACS e das suas respostas sociais, serviços e atividades. 
Pretende-se com este projeto atingir os seguintes objetivos:

- Aumentar o número de vagas existentes, apoiando um maior número de população idosa;
- Responder a um maior número de necessidades;
- Dar resposta a uma lacuna existente na sociedade relativamente ao apoio aos idosos;
- Melhoria dos serviços prestados;
- Melhorar a qualidade de vida dos utentes, resultando num envelhecimento ativo e com qualidade;
- Continuar a contribuir para a Solidariedade Social;
- Contribuir para o aumento da Taxa de Empregabilidade do Terceiro Setor e da Economia Social;
- Sustentabilidade económica.